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  1. [O fim de um marco]

    O “Galpão da feira livre” de Jucurutu foi abaixo. Não só isso, foi abaixo um marco, uma identidade popular da nossa cidade. Isso tudo acontece com a população totalmente passiva, pois em nenhum momento as pessoas foram consultadas sobre o fim do galpão. O motivo é a construção do Teatro Municipal de Jucurutu, uma obra em parceria com o Ministério do Turismo que está orçada em cerca de R$ 1,5 milhão. Os feirantes que antes ocultavam o espaço do galpão, serão transferidos para o Mercado Modelo, em uma obra que tem parceria com o Ministério da Agricultura e terá um investimento no valor de R$ 1,2 milhão.

    Mas as questões são: Para onde vão os feirantes se o mercado ainda não foi construído? Se os feirantes iriam ser transferidos para o novo marcado, então porque não começaram a construção do mercado antes, para só depois fazer o teatro? Por que investir na construção de um teatro, se o poder público municipal não investe em cultura na nosso cidade? Antes de construir um teatro, não seria melhor investir em grupos de teatros nas escolas, na banda de música do município e em outras formas de produções culturais? Por que não terminam as obras inacabadas (que são muitas) em nossa cidade, para só depois construir novos projetos?

    As perguntas são muitas, mas as explicações são poucas e vagas. Enquanto isso, a população sofre com uma das piores administrações públicas de Jucurutu.

    (Obs.: Por favor, não divulgue meu nome. Se possível, colocar uma foto do galpão sendo derrubado. Grato pela atenção e parabéns pelo blog, já sou leitor assíduo.)

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