Natal perde posto de cesta básica mais barata entre capitais, diz Dieese

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Feijão sofreu o maior aumento entre os produtos que compõem a cesta em Natal (Foto: Antônio Luiz/EPTV)

Do G1RN – Natal não tem mais a cesta básica mais barata entre as capitais brasileiras. É o que aponta o levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgado nesta segunda-feira (6). De acordo com o levantamento do Dieese, que leva em consideração dados colhidos em maio, Natal foi superada por Rio Branco, capital do Acre.

De acordo com o estudo, 17 das 27 capitais brasileiras registraram aumento no preço das cestas básicas no mês de maio. Natal sofreu um pequeno aumento, de 0,90%, fechando o mês com um preço médio de R$ 337,49. Enquanto isso, Rio Branco registrou uma redução de 2,49% no valor da cesta básica, fechando o mês com a cesta básica comercializada a R$ 335,31.

Os produtos que mais contribuíram para o aumento do valor da cesta básica em Natal foram o feijão (10,57%), a farinha (6,08%) e a manteiga (4,40%). Enquanto isso, a queda nos valores do tomate (-7,02) e açúcar (-2,40%) impediram um aumento mais relevante no preço global da cesta na capital potiguar.

Segundo o estudo do Dieese, considerando os valores de maio de 2016, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.777,93, mais de quatro vezes mais do que o salário mínimo vigente, de R$ 880,00.

Nataleneses irão pesquisar preços para gastar, em média, R$ 106,79 com presentes para as Mães

COMPRAS

Quase 75% dos natalenses (exatos 74,9%) irão comprar pelo menos um presente neste Dia das Mães, comemorado no próximo dia 8 de maio. A previsão é que o gasto médio seja de R$ 106,79. Os números foram constatados no levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio RN). O Instituto ouviu 601 natalenses, das quatro zonas urbanas da capital potiguar, entre os dias 6 e 8 de abril.

O IPDC constatou uma queda de 1,8 ponto percentual nas intenções de compra nesse Dia das Mães em relação a 2015, quando 76,7% dos entrevistados disseram que pretendiam realizar alguma compra. Mais de 69% dos entrevistados vão comprar apenas um presente, já 25,2% pretendem comprar até dois produtos para presentear as mães. Comprar três presentes é a intenção de 4,6% dos consumidores, enquanto 1,1% devem comprar quatro ou mais produtos.

Os produtos de vestuário (37,2%), perfumes/cosméticos (28%) e calçados/bolsas (12,2%) aparecem na liderança das intenções de compras. Quase 10% dos natalenses ainda não sabem com o que vão presentear. Os entrevistados foram perguntados acerca das pessoas que pretendem presentear na data, as mães tiveram a maior resposta (86,3%), sogras (15%), esposas (13,7%), amigas (5,4%), avós (2,2%) etc.

Para comprar o presente, 44,6% dos consumidores natalenses irão desembolsar entre R$ 51 e R$ 100, já 26,1% dos entrevistados pretendem gastar até R$ 50, e 10,9% entre R$ 101 e R$ 200. Em relação ao ano passado, o estudo revela uma queda de 6,5% sobre a intenção de gasto médio que foi de R$ 114,22. 76% dos natalenses acreditam que os preços cobrados por produto neste Dia das Mães estarão mais caros em comparação ao ano passado, por isso, 74,8% irão pesquisar os valores antes de efetuarem a compra.

Quando foi questionado o que mais atrairá a sua atenção, os consumidores disseram que as promoções (51,2%) e os descontos (27,8%) são os motivos que poderão influencie-los na hora de decidir quais produtos deverão levar para casa. Um bom atendimento foi indicado por 15,2% dos consumidores como atrativo.

Dos consumidores que não pretendem presentear na data, a maioria, representada por 35,6%, afirmou não ter quem presentear, seguido de 29,6% dos pesquisados que afirmaram não ter dinheiro, enquanto 9,6% disseram que moram distante da mãe. 7,4%, por sua vez, afirmaram estar desempregados, 6,7% com dívidas e contas em atraso, 4,4% não costumam presentear na data, e 3,7% preferem poupar.

 

Setor de serviços

Tradicionalmente, os natalenses levam a mãe para algum passeio, o que impacta diretamente no setor de serviços – os restaurantes têm na data uma das melhores em faturamento no ano. Porém, o IPDC da Fecomércio RN constatou que este ano 71,2% não irão fazer nenhum passeio com os familiares. Almoçar ou jantar em restaurantes aparece como a primeira opção (16,5%), seguidos pelos que irão organizar para almoçar ou jantar na casa da família (7%). Outros lugares como praia, shopping, salão de beleza e cinema também foram lembrados.

O percentual é reflexo da atual situação econômica que o Brasil enfrenta. Visto isso, o levantamento verificou o nível de otimismo do consumidor natalense. Apenas 16,3% responderam que o momento é ótimo ou bom, enquanto que 41,1% afirmaram que o momento é regular, e 42,6% alegaram que o momento é ruim ou péssimo para adquirir produtos.

Mais de 41% da população consideram que estão em pior situação financeira em comparação com 2015; 40,1% apontaram que sua situação permaneceu igual e somente 18,1% das famílias declararam estar em situação financeira melhor do que a do mesmo período do ano passado.

Exportações do RN crescem 13,6% no 1º trimestre impulsionadas pela fruticultura

 

Melão lidera lista, com mais de 20 mil toneladas exportadas em 2016
Melão lidera lista, com mais de 20 mil toneladas exportadas em 2016

As exportações do Rio Grande do Norte apresentaram incremento de 13,6% no primeiro trimestre deste ano, puxadas principalmente pelos produtos do agronegócio. O melão continua líder da pauta, com 20,8 mil toneladas comercializadas para fora do país. Mas foi a castanha de caju que obteve maior crescimento: 76,6% em relação aos três primeiros meses de 2015.

Segundo o coordenador da assessoria técnica da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca, Eribaldo Vasconcelos, os números mostram a força da agricultura potiguar e principalmente do melão, que representa quase 20% do total das exportações do estado entre janeiro e março. “Mesmo com todas as dificuldades, o melão continua muito forte e lidera o ranking de exportações do RN”, frisa.

Entre janeiro e março deste ano o estado exportou US$ 60,9 milhões, contra US$ 53,6 milhões comercializados no mesmo período do ano passado. Em termos de volume, foi quase o dobro: 418 mil toneladas contra 220 mil toneladas do ano anterior. O melão aparece em primeiro, com 20,8 mil toneladas exportadas e US$ 11,6 milhões. A castanha de caju também aparece com destaque, em terceiro lugar na pauta: foram comercializadas 704 toneladas, contra 396 em 2015, um incremento de 76,6%.

O mamão vem em seguida, com crescimento de 42% em relação ao ano passado. De janeiro a março deste ano foram exportadas mais de três mil toneladas da fruta, enquanto no mesmo período de 2015 o volume chegou a duas mil. Melão, mamão e castanha de caju têm participação de 32,8% no total do volume exportado pelo Rio Grande do Norte no primeiro trimestre de 2016. Os números estão disponíveis no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Álvaro Dias externa preocupação com setor boneleiro do Seridó

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O deputado Álvaro Dias (PMDB) fez pronunciamento na Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (5), externando a sua preocupação com o setor boneleiro do Seridó. O parlamentar comentou que participou de reunião, ao lado de outros deputados, com empresários do segmento, que relataram os problemas enfrentados pela categoria na região.

“As indústrias de bonés do Seridó precisam da atenção do Governo do Estado. Apelo ao Executivo Estadual para que encaminhe um projeto prevendo incentivos fiscais e de infraestrutura para que o setor boneleiro possa se desenvolver cada vez mais e continuar sendo responsável pela manutenção de inúmeras famílias da região, compensando os efeitos da seca que comprometem a agropecuária no Seridó”, disse Álvaro.

O parlamentar destacou a relevância econômica do setor para a região, principalmente para os municípios de Caicó, São José do Seridó e Serra Negra do Norte, onde gera aproximadamente dois mil empregos diretos. Segundo Álvaro, a indústria boneleira seridoense enfrenta alta concorrência em razão das importações de bonés do exterior.

Voo Milão-Natal deverá injetar R$ 70 milhões no RN

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O novo voo direto entre Milão e Natal, de frequência semanal, proporcionará uma injeção de até R$ 70 milhões na economia do Rio Grande do Norte no período de um ano. A estimativa baseia-se no estudo conjunto feito entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Turismo, e a companhia aérea Meridiana, responsável pelo voo. A previsão da companhia é de que venham pelo menos 25 mil turistas italianos a Natal em 12 meses, movimentando a economia local.

A Itália é um dos principais pólos emissores de turistas para o Brasil, e a capital potiguar tem se firmado como um destino eclético e atraente para os italianos. O lançamento do voo semanal entre Milão e Natal, pela companhia aérea italiana Meridiana Air Lines, foi considerado um dos pontos altos da TTG Incontri 2015, uma das principais feiras de turismo da Itália.

Durante dois dias de evento, o Rio Grande do Norte participou das rodadas de negócios promovidas no estande do Brasil, mantido pela Embratur. Mais de 800 reuniões foram realizadas entre os brasileiros e o trade italiano. O RN se destacou como um dos 15 co-expositores, apresentando as potencialidades principalmente para o turismo de praia, de aventura e religioso.

O secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar, que participou da TTG Incontri e concedeu coletiva em evento de lançamento do voo Milão-Natal, para a imprensa e trade turístico italianos, destaca que a recuperação da conexão direta com a Itália é resultado da credibilidade do atual governo junto ao trade e ações que estão sendo realizadas para priorizar o desenvolvimento turístico.

“Há um grande empenho deste governo em ampliar o turismo e reconquistar mercados, assim como em ampliá-los. Estamos investindo na nossa divulgação turística na Itália com um plano de marketing em conjunto com as operadoras italianas e a companhia aérea Meridiana. Já temos um terceiro voo fechado para Ilha do Sal, em Cabo Verde, que funciona como Hub para Lisboa, Amsterdã, Bergamo e Paris. E para o ano que vem vamos trabalhar para reconquistarmos algum da Escandinávia e talvez um da Alemanha”, destacou o secretário.

Governo paga folha do funcionalismo dias 29 e 30 de setembro

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O Governo do Estado vai pagar a folha do funcionalismo nos dias 29 e 30 de setembro. Nesta terça-feira (29) os aposentados e pensionistas terão seus vencimentos depositados ao longo da manhã, enquanto os servidores ativos receberão o pagamento na quarta-feira (30), data da terceira parcela do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Esse é o nono mês consecutivo que o Governo honra a folha dos servidores dentro do mês trabalhado mesmo num momento em que o país atravessa uma grave crise econômica, o que levou alguns estados a transferirem a folha para o dia 10 do mês seguinte ou até parcelar o pagamento.

Dívida da Petrobras sobe mais R$ 100 bilhões

 

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A disparada do dólar, que atingiu na terça-feira, 22, a maior cotação do Plano Real, agravou ainda mais a situação financeira da Petrobras. Desde de junho, a estatal já contabilizou uma alta de cerca de R$ 100 bilhões nas dívidas em moeda estrangeira. Diante do novo patamar do dólar, o endividamento da petroleira pode atingir R$ 513 bilhões ao final de setembro, cifra equivalente a 9,4% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2014.

As estimativas foram feitas pela consultoria Economática, a pedido do Estado, e considera a cotação de R$ 4,04 para a moeda americana. Ontem, diante das incertezas sobre os rumos da política econômica brasileira, o dólar comercial fechou a R$ 4,05.

Com mais de 70% de sua dívida em moeda estrangeira, a estatal é extremamente vulnerável à variação cambial. A reação dos mercados, ontem, foi imediata. As ações da Petrobras amargaram os menores preços desde 2004, fechando o pregão da BM&FBovespa com queda de 3,13% nas ordinárias e de 4,52% nas ações preferenciais.

As projeções sobre o endividamento da estatal consideram a manutenção da moeda americana no patamar médio de R$ 4,04 durante o terceiro trimestre do ano. Nesse caso, a dívida em dólar chegaria a R$ 442,3 bilhões – uma alta de 28% em relação ao último trimestre, quando a estatal contabilizou em seu balanço financeiro uma cotação média do dólar de R$ 3,10.

Confirmadas as estimativas, o endividamento da petroleira acumulará alta de 723% desde dezembro de 2010. Segundo analistas, a explosão da dívida no período decorre da ingerência política na estatal que, para conter a inflação, segurou o reajuste dos combustíveis. Entre 2011 e o meados de 2014, enquanto o consumo de gasolina e diesel crescia e o preço internacional do petróleo subia, a Petrobras era obrigada a importar combustíveis para atender o mercado interno, mas tinha de revendê-los aqui mais baratos, absorvendo a diferença. Para manter investimentos, a empresa recorreu a crédito externo.

O analista Flávio Conde, do blog WhatsCall, calcula que de R$ 60 bilhões a R$ 100 bilhões da dívida atual devem-se à política adotada no governo da presidente Dilma Rousseff. “O endividamento é a principal questão da Petrobras há muito tempo, e só tem uma solução, que é um aumento de capital”, pontua o especialista, ressaltando que o momento não é bom para isso.

A empresa negou, reiteradas vezes, a opção por novo aumento de capital e venda de ações. A medida também divide opiniões. “Investidores privados teriam muito receio de colocar mais recursos na empresa com esse histórico de ingerência, corrupção e endividamento. E como um governo endividado, com uma situação fiscal delicada, vai colocar dinheiro?”, questiona Walter De Vitto, da consultoria Tendências.

Para ele, a alta do dólar pressiona a empresa a adotar uma política mais clara de reajustes, com efetiva paridade com os preços internacionais. Dessa forma, ela poderia ampliar suas receitas com a exportação de combustíveis. “Não levar a cabo a paridade de preços é uma medida suicida nesse momento. Caso haja o compromisso de elevar preços de diesel e gasolina, a alta do dólar se anularia com a melhora das receitas”, avalia.

Alavancagem

Com a alta da dívida, cresce a alavancagem da empresa, ou seja, o tamanho dos débitos em comparação com o porte da companhia. Analistas olham para indicadores de alavancagem para estimar a capacidade uma empresa pagar suas dívidas.

Segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), com a alta do dólar, um desses indicadores, a relação entre o endividamento líquido e o patrimônio, chegaria a 58% – ante 51% no segundo trimestre. A estatal define como 35% patamar aceitável para esse índice. Outro indicador de alavancagem (dívida líquida em comparação com geração de caixa) subiu de 1 vez, no encerramento de 2010, para 4,64 vezes, no segundo trimestre.

A Petrobras poderia ter amargado números ainda piores de endividamento, não fosse a decisão de adotar “hedge” – operação financeira que “proteger” o resultado das companhias diante da variação cambial. Como desde maio de 2013 a moeda norte-americana está em trajetória de alta, esse tipo de proteção foi adotada para evitar maiores despesas financeiras. Segundo a empresa, cerca de 70% das dívidas em moeda estrangeiras são protegidas.

“Se uma empresa não adota alguma estratégia, o dólar em alta gera uma despesa de variação cambial”, destaca o coordenador do Grupo de Estudos em Direito e Contabilidade da FGV-SP, Edison Fernandes.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Hub deve injetar R$ 7,1 bilhões no PIB do RN em cinco anos de operação

políticos

O estudo realizado pela Consultoria Oxford Economics, uma das maiores consultorias econômicas do mundo, aponta que o hub poderá trazer um crescimento adicional de US$ 374 milhões por ano ao PIB do Rio Grande do Norte. Isso representa R$ 7,1 bilhões em um período de cinco anos, considerando a cotação atual. Todos os números foram apresentados em reunião realizada na tarde de hoje (17), na sede do grupo Latam, em São Paulo.

O levantamento faz parte das análises conduzidas pelo grupo Latam, que considera três estados na disputa pelo centro de conexões de voos internacionais e nacionais do Nordeste: Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco. Na avaliação do governador Robinson Faria, que acompanhou a apresentação, o resultado é bastante positivo.

“O estudo econômico apresentado hoje pela Latam mostra que Natal continua muito forte na disputa pelo hub. A presidente do grupo, Claudia Sender, foi muito clara em afirmar que aquele estudo não era um indicativo da escolha para nenhum dos estados, mas uma apresentação dos potenciais econômicos e do que o hub deve levar ao estado que for escolhido. O estudo mostrou que temos viabilidade e eu estou ainda mais otimista de que levaremos o hub” destacou o governador Robinson Faria. A reunião também contou com a participação da bancada federal potiguar, de secretários de estado e de representantes municipais de Natal e São Gonçalo do Amarante.

 

aeroporto

 

Segundo o relatório, mais de um terço do impacto econômico (42%) em Natal virá dos setores de transporte e armazenagem, 17%, virão do setor de atacado e varejo, e 11% dos setores de hotel e alimentação. O impacto de empregos será menos concentrado, sendo que 22% virão dos setores de transporte e armazenagem, 31% de atacado e varejo, e 17% de hotéis e alimentação. A estimativa, é de que sejam gerados cerca de 24 mil empregos, o que representa um incremento de cerca de 7,2% no número de vagas.

O hub ainda poderá complementar e fortalecer as estratégias de desenvolvimento econômico. Para a capital potiguar, o estudo aponta que poderá ampliar o potencial de turismo de lazer e expandir o turismo de negócios, gerando também uma simbiose positiva entre ambos, com os visitantes corporativos aproveitando as opções locais de lazer.

Jornal O Globo destaca potenciais do RN para sediar hub da Latam

JORNAL GLOBO

Uma matéria do jornal O Globo, veiculada hoje (17), aponta as vantagens do Rio Grande do Norte na disputa para sediar o hub do gupo LATAM Airlines – holding que reúne a TAM e a Lan Chile. O estado concorre com Ceará e Pernambuco pela instalação do centro de conexões de voos nacionais e internacionais no Nordeste. Segundo a publicação, o aeroporto de São Gonçalo do Amarante “desponta com grandes chances”. O texto ainda aborda temas como crescimento do turismo e investimentos na produção de energia limpa.

“Tive hoje a felicidade de ver meu estado sendo protagonista de uma matéria d’O Globo sobre o crescimento da região Nordeste a despeito da crise. Isso mostra que estamos no caminho certo e, com muito trabalho, o povo potiguar terá muitos frutos a colher”, destacou o governador Robinson Faria.

Ao listar alguns argumentos que colocam o RN em posição privilegiada na disputa pelo hub, a reportagem lembra que a Inframérica, administradora do Aeroporto Aluízio Alves, já abriga o hub da TAM no aeroporto de Brasília. Além disso, destaca que o aeroporto da grande Natal foi o primeiro e é o único 100% concedido à iniciativa privada.

“Desde a concessão em 2011, o novo aeroporto recebeu mais de R$ 550 milhões em investimentos. Com capacidade para 6 milhões de passageiros, já tem expansão programada para atender 11 milhões de passageiros por ano, em 2038”, destaca trecho da reportagem. A matéria também realça o fato de o Rio Grande do Norte ter reduzido a alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação e de ter uma fábrica do combustível.

Destino dos sonhos

A reportagem de página inteira aborda vários temas que justificam o crescimento do PIB da região Nordeste acima da média nacional, com a expansão de vários setores. O turismo é um dos segmentos mais fortes e, no Rio Grande do Norte, aponta a reportagem, o salto foi de 12% no primeiro semestre deste ano.

“A capital potiguar está entre os quatros destinos do país mais visitados pelos brasileiros em 2015. O turismo é o setor que mais emprega no estado e o que mais contribui para que os serviços respondam por cerca de 70% do PIB estadual”, diz trecho da matéria, que ainda destaca que cerca de 38 mil estrangeiros entraram no Brasil pelo Rio Grande do Norte no ano passado.

Fontes Alternativas

O periódico também tratou dos investimentos públicos e privados em energia na região, realçando que o Rio Grande do Norte é autossuficiente na produção de energia limpa. Hoje o estado, a partir da fonte eólica, tem 2,5 gigawatts de potencia e capacidade para dobrar esse número até 2018. O RN responde por 34% da capacidade instalada de geração de energia eólica do país.

Polo de Negócios

A publicação afirma também que 26 indústrias se instalaram no RN entre os anos de 2011 e 2013, e os investimentos nas unidades de produção superaram R$ 750 milhões, com previsão de geração de 3 mil empregos. O desenvolvimento do Rio Grande do Norte ainda propiciou que o estado esteja entre os poucos do Nordeste que receberam mais migrantes do que enviaram para outras regiões, destaca o jornal. “Apesar da retração econômica, especialistas acreditam que o ciclo de desenvolvimento da região ainda não acabou”.

Mercado projeta mais inflação e crescimento menor em 2015 e 2016

Analistas esperam mais inflação e retração maior da economia brasileira este ano e no ano que vem (Foto: Divulgação)
Analistas esperam mais inflação e retração maior da economia brasileira este ano e no ano que vem (Foto: Divulgação)

Inflação maior e uma queda mais acentuada do Produto Interno Bruto (PIB), tanto em 2015 como em 2016. É o que esperam analistas ouvidos pelo Banco Central (BC) para o último boletim Focus, divulgado nesta terça-feira.

Para a inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a previsão para 2015 subiu de 9,28% para 9,29%. Se confirmada, será o maior índice desde 2003, quando somou 9,30%. Para 2016, os economistas aumentaram a expectativa de 5,51% para 5,58% na última semana. Com isso, o resultado esperado se distancia cada vez mais do centro da meta do governo, de 4,50%.

PIB negativo – Para o PIB, em 2015 o mercado revisou sua estimativa de recuo de 2,26% para retração de 2,44%. Se for confirmado, será o pior resultado desde 1990, quando houve queda de 4,35%. Para o ano que vem, os economistas também pioraram a expectativa, de retração de 0,40% para baixa de 0,50%.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a economia brasileira teve retração 1,9% no segundo trimestre de 2015, em relação aos três meses anteriores. Com isso, o país entrou na chamada “recessão técnica”, que ocorre quando a economia tem dois trimestres seguidos de queda. De janeiro a março deste ano, o PIB teve baixa de 0,7%, segundo dado revisado.

Dólar e juros – Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2015 avançou de 3,50 reais para 3,60 reais por dólar. Para o fim de 2016, a previsão dos analistas subiu de 3,60 reais para 3,70 reais por dólar. Para a taxa básica de juros (Selic), o mercado manteve a estimativa de estabilidade em 2015, em 14,25%. Para o fim de 2016, a estimativa ficou estável em 12% ao ano.

Fonte: Veja

Lucro do Banco do Brasil cai para R$ 3 bilhões no 2º trimestre

Queda foi de 48,3% em relação aos três meses anteriores.
Nos primeiros seis meses, banco registrou o lucro de R$ 8,826 bilhões.

O Banco do Brasil, maior banco do país em ativos, anunciou nesta quinta-feira (13) que teve lucro líquido de R$ 3,008 bilhões no segundo trimestre de 2015, uma queda de 48,3% em relação aos R$ 5,818 bilhões registrados nos três meses anteriores. Frente ao mesmo período do ano passado, o lucro cresceu 6,3%.
Entre os bancos brasileiros que já anunciaram seus resultados referentes ao 2º trimestre – Bradesco, Santander e Itaú – o Banco do Brasil foi o único a ver seus ganhos diminuírem na comparação com o 1º trimestre.
Em bases recorrentes (ou seja, tirando o efeito de fatos extraordinários), o lucro do BB somou R$ 3,04 bilhões de abril a junho, uma alta de 1,3% sobre um ano antes, e de 0,5% frente aos três meses anteriores.

Nos primeiros seis meses, o banco registrou o lucro líquido de R$ 8,826 bilhões – valor 60,3% superior ao primeiro semestre de 2014.
A carteira de crédito, que é quanto o banco tem emprestado, cresceu 8% em 12 meses e chegou a R$ 776,8 bilhões em junho. A instituição destaca o aumento de 37,8% do financiamento imobiliário. “No período, o BB manteve a sua liderança em crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN), com 20,8% de participação de mercado”, afirma o banco por meio de comunicado.
(Correção: ao ser publicada, a reportagem informava no título que os números eram relativos ao 3º trimestre. No entanto, o balanço refere-se ao 2º trimestre. A informação foi corrigida às 7h07)
O saldo de crédito concedido às empresas encerrou junho com R$ 353,3 bilhões, um crescimento de 5,4% em 12 meses. As operações de capital de giro e de investimento, que representam 70,6% do total, tiveram expansão de 0,7% e 11,3%, respectivamente.
No sexto mês do ano, os ativos do Banco do Brasil atingiram R$ 1,534 trilhão, avanço de 9,5% em 12 meses e de 0,7% em relação ao trimestre anterior, “favorecido principalmente pela expansão das Aplicações Interfinanceiras de Liquidez e Carteira de Crédito”.
Inadimplência
No final de junho, o índice de operações vencidas há mais de 90 dias representou 2,04% da carteira de crédito – resultado estável em relação à março de 2015 e inferior ao patamar do Sistema Financeiro Nacional, que registrou 2,9%.
Os indicadores de inadimplência apurados a partir das operações vencidas há mais de 15 dias e vencidas entre 15 e 89 dias melhoraram em junho, com 1,60% e 2,49% respectivamente.
A despesa com provisão para perdas com calotes foi de R$ 5,53 bilhões de abril a junho, avanço de 21% no comparativo anual, mas recuo de 7,8%em relação aos três meses anteriores. .

G1

Poupança tem resgate líquido de R$ 2,453 bilhões em julho

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A quantia de saques da poupança superou a de depósitos em R$ 2,453 bilhões em julho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 06, pelo Banco Central. No ano até o mês passado, as saídas líquidas dessa aplicação somaram R$ 40,995 bilhões. Nos dois casos, tratam-se dos maiores volumes de retiradas dos últimos 20 anos para os períodos, desde quando a instituição começou a compilar as informações disponíveis até hoje, em 1995.
Até então, o pior julho para a caderneta havia sido em 1999. Na ocasião, o resultado ficou negativo em R$ 1,250 bilhão. O resultado do ano até agora também é significativo, já que há 10 anos, não se via um volume de resgates maior do que o de aplicações em todos os meses de um ano de janeiro a julho.

Em janeiro passado, o resultado ficou negativo em R$ 5,5 bilhões e, em fevereiro, em R$ 6,3 bilhões. Em março, os resgates superaram os depósitos em R$ 11,4 bilhões e, em abril, em R$ 5,8 bilhões. Em maio, o saldo ficou no vermelho em R$ 3,2 bilhões e, em junho, em R$ 6,3 bilhões. O resultado de março foi, portanto, o pior da série histórica do BC para um mês e o de junho, o terceiro pior, atrás também do de fevereiro.

Com o resultado de julho, o saldo total da poupança ficou em R$ 648,246 bilhões, já incluindo os rendimentos do período, no valor de R$ 4,138 bilhões. Os depósitos na caderneta somaram R$ 167,4 bilhões no mês passado, enquanto as retiradas foram de R$ 169,9 bilhões.

A situação de julho só não foi pior porque, no último dia do mês, a quantidade de aplicações foi R$ 4,359 bilhões maior do que o das retiradas. Até o dia 30, o saldo da caderneta estava no vermelho em R$ 6,8 bilhões. É comum ocorrer um aumento dos depósitos no último dia de cada mês por conta de aplicações automáticas e de sobras de salários.

Remuneração

O que tem ocorrido nos últimos meses, no entanto, é que essa sobra tem sido cada vez menor. Além disso, com o atual ciclo de alta dos juros básicos e do dólar tornando outros investimentos mais atrativos, a caderneta de poupança perde o brilho. Até porque, há três anos a forma de remuneração da aplicação mudou. Pela regra de maio de 2012, sempre que a taxa básica de juros, a Selic, for igual ou menor que 8,5% ao ano, o rendimento passa a ser 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR). Atualmente, a taxa básica está em 14,25% ao ano. Quando o juro sobe a partir de 8,75% ao ano passa a valer a regra antiga de remuneração fixa de 0,5% ao mês mais a TR.

Compulsório

Por causa dessa sangria na poupança vista desde o início do ano, o setor imobiliário passou a reclamar de falta de recursos para financiamentos de casas e apartamentos. Para minimizar esse quadro, o BC decidiu liberar os bancos para usar R$ 22,5 bilhões dos depósitos da poupança que são obrigados a manter na instituição para desembolsos nas operações de financiamento habitacional e rural. A decisão foi tomada no fim de maio pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão que reúne o BC e os ministérios da Fazenda e do Planejamento.

Foi reduzida a obrigatoriedade de guardar uma parte dos depósitos da caderneta no BC desde que os recursos fossem usados para financiamento habitacional (até R$ 22,5 bilhões) e empréstimos a produtores rurais (outros R$ 2,5 bilhões).

O Estadão

Produção industrial cai e registra pior 1º semestre desde 2009

 

Na comparação com junho de 2014, a produção industrial encolheu 3,2%. Ritmo desacelerou em 15 dos 24 ramos pesquisados pelo IBGE.
Na comparação com junho de 2014, a produção industrial encolheu 3,2%. Ritmo desacelerou em 15 dos 24 ramos pesquisados pelo IBGE.

A produção da indústria caiu em junho e registrou o pior resultado para um primeiro semestre desde 2009. Os dados do semestre foram divulgados nesta terça-feira (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Em junho, a queda foi de 0,3% em relação ao mês anterior. Isso depois de ter ensaiado uma recuperação em maio (0,6%). Na comparação com junho de 2014, a produção industrial encolheu 3,2%. Nos primeiros seis meses deste ano, a indústria brasileira já acumula índice negativo de 6,3%.
O pior resultado para um primeiro semestre desde 2009, e o ritmo desacelerou em 15 dos 24 ramos pesquisados pelo IBGE.
O setor de máquinas e equipamentos, importante indicador dos investimentos das empresas caiu. Assim como produtos de informática (-12,7%) e veículos (- 2,8%).
A queda na produção da indústria tem a ver com o comportamento do consumidor e ele também pisou no freio. A preocupação é com desemprego, com juros mais altos. Por isso, em vez de carros e eletrônicos, muitos brasileiros estão preferindo gastar o dinheiro com produtos mais em conta, como perfumes, por exemplo.
“É o que a gente chama de deslocamento do consumo de certos itens para outros itens. Itens que custam muito para itens que custam pouco. Itens que implicam em crédito, tomada de crédito, você se endividar, que não é uma boa nesse momento, para itens que implicam basicamente naquilo que você consegue tirar da carteira e pagar”, fala o economista Cláudio Frischtak.
Os setores de perfumaria (1,7%), bebidas (3,6%), alimentos (3%), não perderam o ritmo, pelo contrário, a produção até aumentou, mas a sinfonia que vem das linhas de produção anuncia um ano difícil para a indústria.
“O nível de confiança mais baixo do empresário e do consumidor justificam essa cautela, seja na parte dos investimentos, seja na parte do consumo. É um ano com perdas importantes no setor industrial como um todo”, fala o gerente de coordenação de indústria do IBGE, André Luiz Macedo.

G1

Em entrevista, Fátima Bezerra fala sobre greve na UERN e campus da UFERSA em Assú

Fatima Bezerra

A senadora Fátima Bezerra concedeu entrevista, por telefone, a uma rádio local nesta sexta-feira (24), onde conversou sobre dois temas ligados à educação: greve dos professores e servidores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e instalação do Campus da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), em Assú. No estúdio, presença dos reitores Pedro Fernandes (UERN) e José de Arimatea (UFERSA).

Fátima Bezerra ressaltou que conversou com o governador Robinson Faria, e desde o início da semana tem mantido contato com o reitor Pedro Fernandes e com o promotor de Justiça, Raimundo Caio dos Santos, no intuito de somar esforços para que seja encontrado um entendimento que ponha fim a paralisação. “O promotor Raimundo Caio tem mostrado muita sensibilidade diante desse quadro. Estamos muito esperançosos e confiantes de que o desfecho se aproxima, pois está em curso a elaboração de uma alternativa para equacionar esse impasse”.

Vamos continuar na luta para que as negociações avancem no sentido de atender as justas reivindicações dos professores, garantindo assim o retorno dos estudantes e professores às salas de aula. Isso é o que todos nós desejamos. A UERN é um patrimônio do povo do Rio Grande do Norte, por isso merece todo carinho, respeito e atenção”, frisou a senadora que também tem conversado com a Associação dos Docentes da UERN.

UFERSA em Assú

Em sintonia com o reitor da UFERSA, Arimatea Matos, a senadora Fátima informou, durante a entrevista, a sua ida ao Ministério da Educação. “O compromisso do Governo Federal com a UFERSA de instalar o Campus em Assú está mantido, o que ocorreu foi apenas um ajuste no calendário diante das dificuldades derivadas da crise econômica”, esclareceu.

Por fim, a parlamentar acrescentou que terá, em agosto, mais uma audiência no MEC, dessa vez com o secretário executivo Luiz Cláudio Costa, para dar continuidade as tratativas em relação ao curso de Medicina em Assú, bem como demandas do Campus Central da UFERSA em Mossoró.

Governo antecipa pagamento dos salários a 6.592 servidores na região Seridó

 

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O Governo do Estado antecipou para esta sexta-feira, 24, o pagamento dos salários dos servidores públicos estaduais nos municípios do Seridó. “Isto foi possível graças aos esforços da administração que atualizou e mantém em dia o pagamento dos servidores. Importante também registrar que o pagamento vai reforçar a economia local e possibilitar uma melhor participação nas homenagens a Nossa Senhora Santana, que é a padroeira em vários municípios daquela região”, afirmou o governador Robinson Faria.

A medida chega a 26 municípios Acari, Bodó, Caicó, Campo Redondo, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Cruzeta, Currais Novos, Equador, Florânia, Ipueira, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Jucurutu, Lagoa Nova, Ouro Branco, Parelhas, Santana do Matos, Santana do Seridó, São Fernando, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Vicente, Serra Negra do Norte, Tenente Laurentino Cruz, Timbaúba dos Batistas

São beneficiados 6.592 servidores. A folha importa em R$ 20.190.234,00, considerando o valor bruto e R$ 14.419.986,00, valor líquido.

Os demais servidores receberão os vencimentos do mês de julho nos dois últimos dias do mês.

Pagamento do abono do PIS/Pasep começa nesta quarta-feira sob questionamento judicial

Governo adiou liberação da metade dos recursos para 2016; Defensoria Pública da União tenta reverter mudança do prazo

 

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A liberação do abono salarial do PIS/Pasep 2015 para quem não tem Caixa Econômica Federal começa a ser feita nesta quarta-feira (22) e se estende até 2016. Mas o calendário, que empurrou para o ano que vem o pagamento do benefício a 10 milhões de trabalhadores, está sob questionamento judicial.

O abono salarial, no valor de um salário mínimo (R$ 788), é pago anualmente aos trabalhadores formais que ganham, em média, até dois salários mínimos. O governo federal sempre liberou os recursos a todos os beneficiados no segundo semestre de cada ano, de acordo com a data de nascimento.

Em 2015, entretanto, esse padrão foi alterado, e os trabalhadores da iniciativa privada que fazem aniversário de janeiro a junho e os servidores públicos com final de inscrição no Pasep de 5 a 9 só poderão sacar o recurso em 2016 (confira a tabela abaixo).

Para a Defensoria Pública da União (DPU), a mudança prejudica 10 milhões de trabalhadores, pois a Constituição estabelece que o abono salarial deve ser pago anualmente. O número equivale a quase metade dos 23,4 milhões que receberão o benefício.

Na segunda-feira (13), a DPU apresentou uma ação à Justiça Federal em Porto Alegre para obrigar o Ministério do Trabalho a liberar o pagamento a todos os trabalhadores, de todo o País, em 2015. O juiz Altair Antônio Gregório, que ficou responsável pelo caso, deu prazo até o início da próxima semana para que o governo se pronuncie. Não há prazo para a decisão.

O Ministério do Trabalho (MTE) alegou ter mudado o calendário para garantir a sustentabilidade do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT), de onde saem os recursos para o abono salarial. A alteração fará com que R$ 7,1 bilhões, dos R$ 17,1 bilhões necessários para o pagamento, só sejam liberados no ano que vem.

“Mais pessoas, nos últimos 12 anos, ingressaram no mercado de trabalho, saltando de 23 milhões para 41 milhões de formais. Isso passou a exigir um aumento progressivo e concentrado do desembolso do FAT para atender ao benefício”, diz o MTE, em nota divulgado no site oficial da pasta.

Confira o calendário de pagamento do abono do PIS/PASEP 2015

PIS – Pago pelas agências da Caixa Econômica Federal

Nascidos em
Recebem a partir de Recebem até
Julho 22/07/2015 30/06/2016
Agosto 20/08/2015
30/06/2016

Setembro 17/09/2015 30/06/2016
Outubro 15/10/2015 30/06/2016
Novembro 19/11/2015 30/06/2016
Dezembro 17/12/2015 30/06/2016
Janeiro 14/01/2016 30/06/2016
Fevereiro 14/01/2015 30/06/2016
Março 16/02/2016
30/06/2016

Abril 16/02/2016
30/06/2016

Maio 17/03/2016
30/06/2016

Junho 17/03/2016
30/06/2016

PASEP – Pago pelas agências do Banco do Brasil

Final da inscrição Recebem a partir de Recebem até
0 –     22/07/2015 30/06/2016
1-      20/08/2015 30/06/2016
2 –     17/09/2015 30/06/2016
3-      15/10/2015 30/06/2016
4 –     19/11/2015 30/06/2016
5-      14/01/2016 30/06/2016
6 e 7 -16/02  /2016 30/06/2016
8 e 9 -17/03/206 30/06/2016

Brasil exportará carnes bovina para Mianmar

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A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, confirmou nesta quarta-feira, (15/7), que o Brasil conseguiu abrir o mercado de carnes bovina e de aves para Mianmar, na Ásia, como a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) havia informado nesta terça-feira, 14. O potencial desse mercado, por ano, é de 10 mil toneladas de proteína bovina (US$ 40 milhões) e 15 mil toneladas de aves (US$ 36 milhões).

“Agora as empresas têm de manifestar interesse para obterem a habilitação”, observou a ministra. Kátia Abreu enfatizou que o Brasil é o primeiro país a exportar carnes para Mianmar. Segundo ela, o mercado asiático está ocidentalizando hábitos de consumo e ampliando a compra de proteína animal.

Kátia Abreu fez algumas comparações: se os asiáticos igualarem seu consumo em carne bovina à média mundial, passando de 3,8 quilos por habitante a cada ano para 8 quilos/ano, o Brasil teria de ampliar sua produção em 70%. Em aves o avanço seria de 45%. “Já somos os maiores exportadores de aves e queremos passar de terceiro para primeiro em suínos”, afirmou.

A ministra terá uma intensa agenda internacional neste segundo semestre. Ela disse que “daqui uns dias” vai para a Índia e para a Arábia Saudita, mas, como a agenda ainda não foi fechada, não divulgou os dias. Em setembro, ela segue para China, Coreia do Sul, Cingapura, Mianmar e Malásia.

“Em outubro volto para a Rússia e depois vou ao Casaquistão”, listou. “Nós acreditamos na Ásia, incluindo Rússia, que são players importantes pelo tamanho”, explicou. Ela disse, ainda, que o Brasil tem de fazer um trabalho urgente com a Índia. “Nossas exportações estão altamente tributadas”, afirmou.

Por Globo Rural

Inflação do aluguel ganha força na 1ª prévia de julho, mostra FGV

Indicador ficou em 0,65%, ante 0,47% no mês anterior. Alta foi puxada pelos preços no atacado.
Indicador ficou em 0,65%, ante 0,47% no mês anterior.
Alta foi puxada pelos preços no atacado.

 

A inflação calculada pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) ganhou força na primeira prévia de julho, segundo dados divulgados no último dia (9) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador, que é usado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel residencial, ficou em 0,65%, ante 0,47% no mesmo período de apuração do mês anterior.
Componentes
Entre os componentes do IGP-M, a única desaceleração foi vista no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que passou de 0,6% para 0,48%, com desaceleração nas taxas de despesas diversas (5,24% para 0,41%), com destaque para jogo lotérico (de 44,98% para 1,58%). Outros destaques são hortaliças e legumes (6,34% para -4,52%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (1,52% para 0,45%).
Na outra ponta, ficaram maiores as taxas de show musical (-3,26% para 2,07%), gasolina (0,28% para 0,73%), taxa de água e esgoto residencial (1,13% para 2,00%), tarifa de telefone móvel (0,03% para 0,66%) e roupas (0,39% para 0,66%).

Já no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPA), a taxa passou de 0,35%, no mesmo período do mês anterior, para 0,56% na primeira prévia de julho. Já a taxa do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) aumentou de 0,9% para 1,52%.

 

G1

Cesta básica do paulistano fica 2,11% mais cara em junho

 

Consumidora no mercado: em média, os alimentos subiram 2,71%, enquanto os produtos de limpeza caíram 0,95% e os de higiene pessoal ficaram 0,30% mais baratos
Consumidora no mercado: em média, os alimentos subiram 2,71%, enquanto os produtos de limpeza caíram 0,95% e os de higiene pessoal ficaram 0,30% mais baratos

São Paulo – O preço da cesta básica na cidade de São Paulo subiu 2,11% de maio para junho, de acordo com pesquisa da Fundação Procon-SP. O preço médio da cesta passou de R$ 435,45 no dia 29 de maio para R$ 444,62 em 30 de junho. ]No ano, o aumento acumulado é de 5,15%. Em 12 meses, a cesta está 9,63% mais cara.

Dos 31 produtos pesquisados, 20 ficaram mais caros em junho, 10 ficaram mais baratos e um não sofreu variação de preço. Em média, os alimentos subiram 2,71%, enquanto os produtos de limpeza caíram 0,95% e os de higiene pessoal ficaram 0,30% mais baratos.

As maiores altas foram registradas no preço da batata (18,89% o quilo), extrato de tomate (7,63% a embalagem de 340-350 gramas), cebola (5,64% o quilo), ovos brancos (4,92% a dúzia) e salsicha avulsa (4,12% o quilo).

Os preços que mais caíram foram os de papel higiênico fino branco (3,81% o pacote com 4 unidades), água sanitária (3,13% o litro), café em pó (1,97% o pacote de 500 gramas), biscoito maisena (1,88% o pacote de 200 gramas) e detergente líquido (1,60% a embalagem de 500 mililitros).

 

EXAME.com

Tradicional antecipação do pagamento do estado para os servidores do Seridó volta a acontecer

dinheiro

 

 

Historicamente acontece a antecipação dos servidores do estado que moram na Região Seridó, os funcionários irão passar a festa de Sant’Ana com dinheiro no bolso! Segundo informa o Blog de Janeayre Souto, o pagamento será efetuado em uma única data: na próxima sexta-feira (24). Com efeito, as vendas locais devem aquecer em todo comércio da Região!