Calcinha que pertencia à mulher de Hitler é vendida em leilão

Philip Serrell Calcinha lilás de Eva Braun Calcinha que já pertenceu a Eva Braun, mulher de Hitler, foi vendida por R$ 11,4 mil 1

Uma calcinha lilás que pertenceu à mulher de Hitler, Eva Braun, foi vendida em um leilão por cerca de 2,9 mil libras (mais de R$ 11,4 mil).

A peça fazia parte de uma coleção que foi colocada à venda na casa de leilões Philip Serrell. Esperava-se que ela atingisse um preço muito menor: cerca de 400 libras (cerca de R$ 1,5 mil).

A linda Calcinha lilás de Eva Braun
A linda Calcinha lilás de Eva Braun

 

BBC Brasil

Novo texto faz revelações surpreendentes sobre a morte de Cristo

cristo

Muitas coisas são bastante desconhecidas sobre Jesus Cristo. Afinal, ele viveu em uma época na qual os registros eram apenas escritos e baseados na oralidade. Por isso, até hoje mistérios sobre sua vida e morte são desvendados.

E um antigo texto egípcio, recém-decifrado, traz dados que até hoje nunca haviam sido revelados sobre a morte de Cristo. Escritos em copta, eles destacam um papel surpreendente para Pôncio Pliatos e falam também sobre a presença de Judas.

Para quem não sabe, Pôncio Pilatos é o responsável por autorizar a crucificação de Jesus. Pois bem, segundo esses novos textos, ele teria se arrependido e oferecido seu próprio filho para ser sacrificado no lugar de Cristo — olha o tamanho do arrependimento!

Além disso, o texto egípcio traz um dado bem místico sobre Jesus: afirma que ele podia mudar de aparência quando bem entendesse. Por conta disso, Judas teve de beijá-lo para identificá-lo no momento em que o traiu.

Sempre bom lembrar — como esclarece Roelof van den Borek, holandês que participou da tradução — que os fatos estão narrados neste texto, mas não necessariamente correspondem à realidade. Claro, à época em que foram escritos, ele destaca, as pessoas realmente acreditavam nisso.

Mesmo assim, apenas a parte de Judas carrega um quê de “sobrenatural”. Por conta disso, o especialista faz questão de se referir a Pilatos como a parte mais importante do texto. Seu arrependimento, até então, era desconhecido. O manuscrito ainda garante que Cristo considerou, após Pilatos oferecer seu filho, que este era merecedor de grande graça.

Yahoo Notícias

Blog assumido por Jane Eyre

Ex-galã da Globo, trabalha como caixa em loja de bolos

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Rafael Calomeni, que fez sucesso em diversas novelas da Rede Globo como galã, agora trabalha no caixa de uma loja de bolos no Jardim Botânico, Rio de Janeiro. A mudança radical de vida, do sucesso na TV para a vida pacata atrás de um balcão, se deu após 2014 quando Rafael viu seu contrato com a emissora carioca chegar ao fim.

“A loja não é um plano B. Sempre tive esse espírito empreendedor. Não posso reclamar da minha profissão. Foi ela que me deu recursos para investir em outros negócios. E faço questão de estar presente lá para dar certo. Nunca tive problema com trabalho”, disse Calomeni em entrevista ao jornal ‘Extra’.

Mas o par romântico da personagem de Susana Vieira em ‘Mulher Apaixonadas’ (2003) não quer parar por aí. Rafael já pensa em novos investimentos, tanto é que já abriu outras lojas da mesma franquia nos bairros da Barra da Tijuca e Duque de Caxias.

Rafael conta que um dos motivos que o levou a deixar a TV para ter mais tempo na sua vida pessoal foi após seu sobrinho de 6 anos ter sido diagnosticado com câncer, o que levou toda a família a viver em função do menino. “Rodamos o país para salvá-lo. A família ficou mobilizada. A gente sai diferente de uma experiência como essa. Foi muito difícil. Hoje não consigo pensar em nada que não seja para depois de amanhã. Não gosto de planejar mais nada”, declarou Rafael, que há 20 dias foi pai pela segunda vez.

Mas para os fãs do ex-galã resta uma esperança de vê-lo novamente nas telinhas. Aos poucos, Rafael conta que está voltando para o mundo artístico, tanto é que acaba de digirir uma série que será exibida na internet. “A frustração só existe quando você não realiza nada. Fiz muita coisa. Não saí do jogo”, finalizou.

Do site Bang Showbiz

Por que ficamos de luto quando uma celebridade morre?

Essa semana houve uma grande polêmica a respeito da morte do cantor Cristiano Araújo que foi a crônica que o jornalista global Zeca Camargo escreveu e gerou revolta nos meios de comunicação. E com isso, resolvi pesquisar o que causa tanta comoção quando um artista morre, mesmo ele sendo conhecido ou não, o que leva o público a tamanha comoção? 

sertanejo

 A notícia da morte do sertanejo Cristiano Araújo e da namorada dele, Allana Morais, chocou o Brasil inteiro e, desde então, o que se vê são depoimentos de artistas, amigos, familiares e fãs do cantor, que não apenas lotaram o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, onde os corpos foram velados, como onde as pessoas puderam deixar suas mensagens de solidariedade em eventos sertanejos e também nas redes sociais.

 

Michael Jackson performs live on stage, 1996. (Photo by Phil Dent/Redferns)
Pessoas famosas, quando morrem, realmente conseguem deixar um país  inteiro de luto, ou, no caso de celebridades como Michael Jackson, um  planeta inteiro. Você já se perguntou por que essa comoção acontece? O  que será que nos leva a sofrer com a morte de uma pessoa que  provavelmente nunca nem vimos de perto? Será que isso é apenas uma  questão de solidariedade? Ao que tudo indica, não.

 

Para exemplificar bem esse assunto, podemos levar em conta que as pessoas que não conheciam o trabalho do cantor, embora comovidas com a tragédia, não passam pelos estágios de luto como os fãs do sertanejo, que choram, rezam e se emocionam quase como se fossem amigos íntimos de Araújo.
Essa comoção com a morte de celebridades queridas parece ter a ver com o fato de que, no caso dos fãs, Cristiano Araújo esteve presente em momentos importantes de suas vidas, quase como se fosse um amigo ou um parente.
São pessoas que ouviram as músicas do cantor em momentos especiais, que se emocionaram com algumas canções, que se divertiram ao som de outras, que se identificaram com alguns versos. Ainda que o fã não tivesse o contato real com o ídolo, ele contava com a presença do sertanejo em programas de televisão, sites e revistas dedicados a comentar a vida de celebridades e, com força total nos últimos anos, nas redes sociais.
O cantor era conhecido entre os fãs por responder a comentários sempre com muita atenção. Era o artista que distribuía sorrisos em suas apresentações, muito bem quisto entre outros artistas do meio, apresentadores e jornalistas. Além do talento para a música, é evidente que o carisma de Araújo foi fundamental para a construção de sua carreira.
Toda essa questão do comportamento social do cantor, da forma alegre como se apresentava, das parcerias musicais, da atenção com o público nas redes sociais e também durante os shows, além das letras, da música alegre e da identidade de seu trabalho contribuem para que os fãs criem essa conexão emocional com a pessoa famosa, ainda que a maioria dos fãs nunca tenha visto o cantor de perto, muito menos trocado algumas palavras com ele.
Outro fator que contribui para o sentimento de luto por uma pessoa famosa é a identificação com essa pessoa, o que acontece quando fã e famoso estão na mesma faixa etária ou são moradores da mesma região, por exemplo. Além disso, condições familiares delicadas também nos comovem.

Princesa Diana

Quando a Princesa Diana morreu, o mundo inteiro ficou em choque: não apenas ela era, à época, a mulher mais famosa do planeta, como era jovem e tinha dois filhos.
Muitas pessoas têm essa necessidade de se fazerem ouvidas, ainda que nem percebam isso. Nesse sentido, a internet e o surgimento das redes sociais acabaram contribuindo para que milhões e milhões de anônimos pudessem sentir a sensação de que estão sendo ouvidos e de que, mais ainda do que isso, fazem parte de um universo antes dominado apenas por famosos: o das notícias.

No caso do luto, as redes sociais possibilitam também uma espécie de “senso de comunidade”, que seria algo capaz de unir mais e mais pessoas, que se encontram porque dividem a mesma tristeza. Compartilhar nossos pensamentos e lamentações nos torna parte de um grupo muito maior, e se tornar parte de um grupo é uma das características mais humanas de todas.
Gostar de pessoas com as quais temos afinidades, sejam elas famosas ou não, é outra característica que nos humaniza – e isso pode ser visto também como uma maneira de nos agrupar, de novo. Nesse sentido, a morte de alguém com quem nos identificamos por algum motivo é mais sentida por nós, ainda que essa pessoa seja uma celebridade que nunca tivemos a chance de conhecer.

A morte de um famoso pode, às vezes, fazer com que as pessoas sintam uma espécie de vazio existencial. Quando há essa questão de aproximação por idade, região, identidade, características pessoais ou mesmo apenas pela necessidade de fazer parte de um frenesi online, sentimos uma dor significativa, como se realmente tivéssemos perdido alguém próximo ou até mesmo algum familiar.
A lembrança de que todos morrem um dia, independente da idade, da relevância social ou da condição financeira, é e sempre vai ser uma questão delicada, que mexe com cada pessoa de maneira diferente. Nesse sentido, valem reflexões a respeito da morte, a coisa mais comum de todas e, paradoxalmente, a menos comentada e sobre a qual menos gostamos de pensar.
De qualquer forma, assim como acontece quando alguém que conhecemos morre, é importante lembrarmos que a tristeza tende a passar. No caso dos familiares de Cristiano Araújo e de Allana Morais, a superação da perda pode demandar também tratamentos médicos e terapêuticos. A aceitação não acontece de uma hora para a outra, e é preciso que esses familiares tenham o apoio de outras pessoas da família, dos amigos e que, além de tudo, tenham sua privacidade respeitada.

FONTE(S) Huffington Post/Samantha Jeffries The Guardian/Eva Wiseman Nymag/im Murphy Em Resumo