Jucurutu: A ORQUESTRAÇÃO VAI COMEÇAR

Ao que parece, depois da decisão tomada na grande mansão de Jucurutu, o chefe da oposição em nossa cidade, o Deputado Nelter Queiroz, começará a agir como maestro do seu tão propagado grupo.

Decidido pela candidatura da Vereadora Paula Tôrres a Prefeita de Jucurutu, nos próximos dias veremos a escalação de todos os seus aliados para ocuparem o microfone da rádio “comunitária”, que na verdade sempre tá a serviço do grupo político do Deputado, para elogiar a escolha de Nelter e dizer que Paula é a melhor.

Ainda resistentes, os aliados do Deputado se recusam a tal missão, porém, o maestro começa a usar seus dotes coronelistas para impor tal ação dos aliados, planejando chegar ao final das “entrevistas” e dizer: “já que todos do grupo querem Paula, ela será a nossa candidata”.

O planejamento se repete ao que foi feito em 2016 com o então Prefeito, filho do Deputado, que culminou com a sua derrota.

Enquanto isso, o povo assiste de camarote e dizendo silenciosamente a mais pura verdade: no final, quem decide somos nós.

Igualmente ao povo, assistiremos as encenações e acompanharemos o que estamos aqui prevendo.

Reflexão da LBV: As graves consequências dos diversos tipos de suicídio

Paiva Netto

 

Ninguém está livre das influenciações espirituais inferiores, as quais, mesmo quando não se revelam num gesto tão extremado como matar-se, encerram consequências que podem configurar verdadeiro suicídio em vida.

Quantas empresas, por exemplo, são levadas à “morte”, ou seja, à falência? Quantos casais estão em conflito, arrastando em seu bojo a felicidade dos filhos? Quantos se entregam à “morte” pelos vícios da bebida, do cigarro, das drogas, que enfermam e destroem nosso veículo físico e distorcem a Alma? E as chagas do ódio, da violência doméstica, do feminicídio, da pedofilia, da efebofilia, dos estupros…? Quantos são drasticamente atingidos, arrancados do mundo por essas barbáries? E as guerras, o desmantelamento econômico de países, os conflitos étnicos de toda sorte?… E a hipnose coletiva que, pelo planeta, enceguece governantes e governados? Todos são Espíritos na carne; portanto, completamente suscetíveis de sofrer o magnetismo inferior desses “invasores de Almas”, que aqui denominamos “lobos invisíveis” ou espíritos obsessores. Contudo, em medida ainda mais vigorosa, qualquer pessoa é capaz de se tornar instrumento benfazejo sob os cuidados das Falanges Divinas, das Almas Benditas. Todos somos médiuns, conforme nos revela Allan Kardec (1804-1869). E poder nenhum é maior que o de Deus.

Reitero a importância da leitura de “Quanto à Abrangência do Templo da Boa Vontade” e “O equilíbrio como objetivo”, páginas nas quais esclareço que o mundo material não mais poderá evoluir sem o auxílio flagrante do Mundo Invisível Superior. (…)

 

Como impedir a ação dos espíritos malignos

Meus Irmãos e minhas Irmãs, que drama enfrentam, muitas vezes, nossos Anjos Guardiães a fim de nos livrar de funestas ambiências, que acabamos atraindo para dentro de nossos lares, de nossas empresas, de nossas igrejas, de nossas comunidades, de nossos países! No entanto, alguém pode dizer: “Mas, Irmão Paiva, eu tento, eu luto; contudo, não consigo afastar esses obsessores espirituais de meu caminho. No ambiente da minha empresa, pelas ruas, em minha casa, nas dos meus entes queridos, eles sempre estão lá, ou acolá, me atormentando, fazendo com que minha competência no trabalho seja abalada; minha felicidade, minha saúde, minha paz sejam postas abaixo. Já não tenho forças…”

Tem forças, sim!!! Quem lhe disse que não? Afaste de si as sugestões de fraqueza, justamente, do aqui ultradenunciado “lobo malfeitor espiritual”. E ore por ele, de maneira que a prece fervorosa toque os recônditos de sua alma, tornando-o, pela transformação do caráter, um bom sujeito. Rogue pelo apoio de seu Anjo da Guarda, ou Espírito Guia, ou Nume Tutelar — seja qual for a maneira que você denomine esses Benfeitores (ainda) Invisíveis.

Como bradava Alziro Zarur (1914-1979): “O Bem nunca será vencido pelo mal”.

 

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

 

Alexandre Teixeira apresenta Projeto Re-Social Sustentável

O subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), o potiguar Alexandre Teixeira, apresentou ao diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Fabiano Bordignon, o Projeto Re-Social Sustentável. O conjunto de ações será direcionado à educação técnica e ressocialização de pessoas em cumprimento de pena, no regime aberto e semiaberto, capacitando-os para a inserção no mercado de trabalho.

O MMFDH deverá fornecer insumos básicos necessários à aplicação das técnicas de transformação de materiais; especificar os produtos oriundos da transformação, a programação de sua produção e sua destinação; além de responsabilizar-se pelas atividades administrativas e de gestão dos presos e egressos quanto ao funcionamento das atividades.

Por sua vez, o MJSP por meio do Depen, deve incluir programação na produção de produtos oriundos da transformação de materiais e sua destinação, enquanto o Arquivo Nacional deverá autorizar o uso, sem custos, de espaço físico em suas instalações, bem como de utensílios e equipamentos básicos para o desenvolvimento das atividades de transformação.

“Apesar de existirem muitos projetos de ressocialização em todo o País, (e de referencial, como o executado no estado de Santa Catarina), nossa proposta visa não só sustentabilidade, mas também retornar ao governo o custos com o apenado”, afirmou Alexandre.

Restrição de liberdade

Definido pela Constituição Federal e pela Lei de Execução Penal, o trabalho possui finalidade educativa e produtiva, além de contribuir para a remissão da pessoa com restrição de liberdade, já que três dias de trabalho equivalem a um dia a menos de pena.

Hoje, apenas 18% da população prisional nos estados brasileiros participa de alguma atividade laboral, segundo portal do MJSP. É de responsabilidade de cada unidade da Federação incentivar a prática de acordo com a gestão de suas unidades.