Sessão em uma câmara de vereadores

 

Crédito: Divulgação

Ao analisarmos brevemente as palavras que compõem o título, podemos inferir que a primeira trata-se de uma reunião deliberativa ou até mesmo uma sessão de cinema ou teatro, dentre outras. Já a segunda podemos dizer que vai de um espaço para dormir até um aparelho óptico, passando também por um espaço utilizado para deliberar. Por fim a última palavra refere-se brevemente, aquele que o povo elege a cada quatro anos, mesmo com imensa desconfiança.

Ao imergir-se em pensamentos, para aqueles que pensam, passamos a ter a triste ilusão de que uma sessão em uma câmara de vereadores é algo de grande valia, não só pela criação, elaboração, discussão sobre temas de grande relevância para a comunidade, munícipes ou para todos.

A inexistência de um real interesse no bem coletivo e no progresso biopsicossocial e econômico do ser humano, faz com que os discursos prolongados, adotados pela maioria dos vereadores, sejam em grande parte, infrutíferos e nem um pouco valioso. Desvalorizado desde o uso de vocabulário inexistente no dicionário da nossa língua portuguesa, passando por falta de objetividade, clareza, embasamento, conhecimento sobre o objeto em discussão, nexo, descrença em suas próprias palavras, chegando até ao esmagamento de seus princípios éticos e morais. Discursos exaustivos, repetitivos e podemos dizer, que por vezes, até irracionais, capazes de causar espanto e náuseas aos que ouvem e o assiste.

Nesse momento prefiro acreditar em Freud, onde o mesmo descreve o sonho, como algo gerado na busca pela realização de um desejo. Sendo assim, desejo mais comprometimento, respeito, honestidade, porque trabalhar para o bem comum é tarefa árdua e gratificante, para os que realmente desejam e sonham com algo melhor.

ANÔNIMO! QUE PENSA E SONHA

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