TJRN e FIERN discutem metas para a economia do RN nas próximas décadas

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O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Claudio Santos, recebeu na manhã desta segunda-feira (11) uma comissão da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN) para discutir o “Mais RN”. O projeto busca a efetivação de um plano de desenvolvimento econômico e promoção de investimentos para o Estado. A iniciativa, que teve o apoio do gestor da Corte potiguar, pretende planejar o cenário socioeconômico estadual dos próximos 20 anos, por meio da reunião de poderes e instituições.

“Estamos buscando essa integração com os poderes pois vemos que o momento é mais que oportuno para se pensar o RN à distancia. Há uma crise a ser vencida e precisamos nos antecipar para os anos seguintes”, afirma o presidente da FIERN, Amaro Sales, que compareceu ao gabinete da Presidência do TJRN com os assessores da Federação, Helder Maranhão e Marcos Formiga, economista e ex-prefeito de Natal.

“Isso só é possível com uma mudança ideológica de governo. No modo de pensar o governo”, apontou o presidente do TJRN, ao ressaltar que a Judiciário estadual tem buscado “fazer a sua parte” e já demonstrou isso com o repasse de R$ 20 milhões que serão aplicados na construção de um novo presídio.

“Já contabilizamos também uma economia de R$ 105 milhões. E a maior parte disso era com despesas de pessoal”, ressalta Claudio Santos, ao destacar que o Estado também precisa reduzir tributos e extinguir órgãos desnecessários para a administração pública, no objetivo de pensar um Estado para os próximos 20 anos.

“Vamos estudar e examinar todo o projeto e ajudarmos no que for possível”, apontou o presidente do TJRN.

Metas

Dentre os temas, a comissão destacou itens do Projeto ‘Mais RN’ como a ampliação da energia eólica para a capacidade instalada de 13,9 GW, bem como a ampliação da energia solar para 2.000 MW. O projeto também prevê, para 2035, uma produção de 3,4 milhões m³/ano no Petróleo e o refino para 5,4 milhões m³/ano.

Ampliar a malha de ferrovias para 843 km e dos portos para uma capacidade portuária de 17 milhões de toneladas/ano, além da capacidade de cargas nos aeroportos para 32 mil toneladas/ano também estão nas metas definidas para as próximas duas décadas.

Fonte: TJRN

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