Julinho Queiroz se reúne com estudantes e discute ideias e propostas para Jucurutu

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Uma estudante carismática ganhou destaque recentemente devido a um desabafo que fez em rede social, revelando sua indignação a atual gestão que não tem credenciando a educação no município; desabafo, que deu início à participação dos jovens em decisões que afetam a educação, a sociedade e seus direitos.

As manifestações de alguns jovens nas páginas sociais ocorrerem após as inúmeras tentativas de negociação com a Secretaria de Educação e os gestores do município não disponibilizarem mais transportes para estudantes que fazem cursinho em Caicó e depois de passarem por verdadeiras humilhações.

Diante disso, um grupo de jovens decidiu correr atrás de respostas prósperas, preocupados com o futuro da cidade, começaram a articular a expectativa em cima dos pré-candidatos que possam vir gerir o município ano que vem.

A juventude tem formado uma categoria mais ativa, como formadores de opinião não só na sociedade, mas dentro da família e perante seus pais.

Observando o único pré-candidato declarado para disputar as próximas eleições municipais, que vem revelando seu interesse em discutir o município, em estar ao lado da população e ouvir seus anseios, Julinho Queiroz foi acolhido por um grupo que está encontrando burocracias para dar continuidade aos estudos.

Afinal, o que Julinho Queiroz tem para os jovens? Quais suas propostas em geração de emprego, oportunidades de estudos e de melhorias para o município?

A conversa ocorreu positiva, e todos puderam dialogar, participar, analisar, questionar, discutir o futuro de Jucurutu e a sensação de independência tomou conta do ambiente.

É muito importante que os jovens tomem essa iniciativa, façam a tarefa de casa por conta própria, aprendam a fazer suas escolhas com consciência, sem influências por convenientes, e, quem disse que o processo de mudança está longe, eu prefiro seguir a ideologia do Papa Francisco: ‘A juventude é a janela pela qual o futuro entra no mundo’.

JCQ e Jovens

Na oportunidade, Julinho agradeceu e disse está aberto para expandir esse debate com quem tiver interesse de escutar o que ele tem para o futuro da cidade, o futuro dos estudantes e da juventude.

Mais de 12 milhões de brasileiros acessam ferramentas de educação pela internet

ensino

Mais de 12 milhões de pessoas no Brasil acessam ferramentas de educação pela internet. São exercícios, simulados, videoaulas, dicas e jogos, muitas vezes gratuitos, que podem contribuir com o aprendizado. Os dados são do aprenda.online, plataforma criada pela Fundação Lemann, que reúne sites voltados para educação.

Estão na lista tanto sites voltados para a alfabetização, como aqueles voltados para preparar estudantes para o vestibular, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e especializações. “O ponto principal dessas ferramentas online é que muitas delas são totalmente gratuitas e qualquer estudante pode acessar a qualquer momento, passar por todo o conteúdo sem gastar nada e com muita facilidade. Basta acessar o computador, a internet e começar a estudar”, diz o gerente de projetos da Fundação Lemann, Guilherme Antunes.

O portal reúne links para sites como a Khan Academy, o maior site de matemática do mundo; YouTube Edu, que reúne as menores videoaulas selecionadas pelo YouTube; e o Coursera, plataforma aberta que oferece gratuitamente cursos das mais renomadas universidades do mundo. “A tecnologia ajuda a diminuir um pouco a lacuna grande entre acesso e oportunidades que alunos lá fora têm, principalmente nos Estados Unidos e Europa”, defende Antunes.

As aulas podem ser acessadas pelos estudantes, individualmente, ou podem ser usadas em sala de aula, com a assistência do professor. “Ao invés do aluno ter uma aula tradicional, com lousa e giz, a aula é com os alunos no computador. Muitos professores gostam desse papel de ajudar o aluno a estudar sozinho por meio da plataforma, dessa junção do tradicional da sala de aula com a tecnologia”, diz o gerente de projetos.

A escola municipal Professora Maria Aparecida de Faria, em Moji das Cruzes (SP), é uma das que usa a Khan Academy no ensino da matemática. Os alunos do 4º ano acessam o portal no laboratório de informática. “É um recurso a mais que o professor tem nas aulas. Ele acompanha, nos relatório que o site fornece, os avanços dos estudantes. O programa trabalha com habilidades, na sala de informática, o professor identifica habilidades que foram alcançadas e aqueles que precisam de um trabalho maior”, explica a diretora da escola, Aliane Pontes Rodrigues.

Acesso

Para acessar as ferramentas é necessário acesso à internet. Aliane conta que, em Moji das Cruzes, outras escolas também utilizam as plataformas online no ensino. “Muitos estudantes acessam os conteúdos nas próprias casas, para complementar o aprendizado, mas isso em comunidades que têm acesso à internet. No município, tem escolas que participam do projeto, mas estão em bairros em que o único acesso à internet é na própria escola”, diz.

Programas do governo tem levado o acesso à internet para escolas da rede pública. É o caso do Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE) – uma iniciativa do governo federal com empresas de telefonia para conectar as escolas com banda larga. Apesar disso, no Brasil, 32.434 escolas públicas ainda não contam com qualquer tipo de conexão à internet, segundo levantamento feito pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), divulgado no final do ano passado. O número corresponde a 22% do total de escolas públicas. A maioria das escolas sem acesso à internet está no campo, onde apenas 13% estão conectadas à rede.

Fonte: EBC