Mamutes morreram devido a abrupto aquecimento global, diz estudo

Um «abrupto aquecimento global, parecido com o registado na actualidade», foi uma das principais razões para a extinção em massa dos mamutes, indica um estudo publicado na sexta-feira por uma universidade australiana.

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Os investigadores, que utilizaram técnicas avançadas para a análise de ADN e registo geológico, concordaram que uma série de rápidos e curtos eventos colocaram a Terra num aquecimento que propiciou o desaparecimento destes enormes mamíferos.
«Este abrupto aquecimento teve um profundo impacto no clima que causou fortes mudanças na precipitação global e nos padrões de vegetação», diz Alan Cooper, professor da Universidade de Adelaide e chefe da pesquisa, em comunicado.
Os especialistas refutam assim a morte por períodos máximos de frio e inclusive pela presença dos humanos, embora estes também tenham tido um papel importante.
«O aparecimento dos seres humanos aplicou o golpe de misericórdia numa população que já estava sob pressão», disse o especialista.
Os cientistas também alertam sobre a acção do homem no actual aquecimento do meio ambiente e as suas futuras repercussões em relação a uma possível extinção moderna.
Os mamutes habitaram predominantemente a América do Norte desde o seu aparecimento no Mioceno tardio até à sua extinção no final do Pleistoceno, há 11 mil anos.

Diário Digital

 

 

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