Descaso em Jucurutu: Vítima de acidente sofre por falta de ambulância e raio-x

Recebemos uma denúncia que a vítima do acidente de moto no início da noite de ontem, terça-feira (6) próximo a Churrascaria do Zorro, Josimária Gomes de Oliveira foi socorrida em cima da viatura da polícia devido a falta de ambulância na cidade.
Josimária ia na garupa com seu filho que conduzia a moto sentido bairro Novo Horizonte quando outra mota se chocou na traseira, derrubando mãe e filho. O condutor da segunda moto, supostamente embriagado, vinha em alta velocidade e evadiu-se do local sem deixar pistas.
Mamara como é mais conhecida por muitos da cidade, precisou ser socorrida por uma ambulância mas devido a falta do transporte rápido, a mesma teve que ser levada em cima da viatura da polícia.
Josimária está com fortes dores no hospital deitada numa maca, com suspeita de fratura lombar e até o dia de hoje o hospital ainda não disponibiliza a ambulância para transportar a paciente até Caicó para fazer o exame de raio-x de urgência.

O prefeito há alguns meses falou na rádio comunitária da cidade, que já havia resolvido o problema do aparelho, um conserto que custaria R$ 20 mil, ele conseguiu através de pechinchas por um valor de R$ 2 mil…( Antes ele tivesse feito um conserto que preste né?)

A Família e a paciente pede as providências e que resolvam logo este descaso público!

Prefeito, pare de blá blá blá e trabalhe por esse povo que você diz considerar!

Florânia: Prefeito afastado para tratamento de sáude, se submete hoje a cirurgia cardíaca

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Por Thaísa Galvão

 

De férias da Prefeitura de Florânia, o prefeito Júnior de Janúncio (PSD) terá pela frente, pelo menos mais um mês afastado da administração.
É que hoje, em Natal, ele ae submete a uma cirurgia cardíaca.
O procedimento, sob coordenação do cardiologista Álvaro Barros, está marcado para as 15 horas, no Hospital Promater.
Júnior de Janúncio será aubmetido a uma “Ablação”, para conter as arritmias cardíacas que ele tem apresentado desde março de 2013.

De novo: Procuradoria pede bloqueio de bens do empresário Eike Batista

Eike

Objetivo é garantir R$ 1 bi para o pagamento de multa criminal

O Globo 

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ) apresentou ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF) recurso contra a decisão que liberou, no fim de maio, bens de Eike Batista bloqueados pela Justiça Federal. O documento pede o sequestro de bens móveis e imóveis, incluindo valores mobiliários e ativos financeiros do empresário, no valor de até R$ 1,026 bilhão. Solicita ainda o bloqueio de bens transferidos pelo ex-bilionário à mulher dele, Flávia Sampaio, e aos filhos Thor e Olin, do casamento com a ex-modelo Luma de Oliveira.

O objetivo é garantir recursos para o pagamento de futuras multas criminais em decorrência da ação penal que acusa Eike dos crimes de manipulação de mercado e insider trading (uso de informação privilegiada).

— Os dois delitos principais imputados a Eike Batista são puníveis com pena de privação de liberdade e com multa de até três vezes o valor da vantagem ilícita obtida em decorrência do crime praticado. É para garantir o pagamento desta penalidade que solicito o bloqueio — explica o procurador José Maria Panoeiro.

EIKE AINDA SERÁ NOTIFICADO

O cálculo do procurador foi feito com base em supostas vantagens ilícitas que o criador do grupo “X” teria obtido com operações irregulares envolvendo ações da petroleira OGX, atualmente OGPar, e da empresa naval OSX, ambas em recuperação judicial. O montante somaria R$ 342 milhões. Considerando a multa de até três vezes este valor, chegou a R$ 1,026 bilhão.

No fim de maio, o juiz Vitor Barbosa Valpuesta, da 3ª Vara Federal Criminal, decretou o desbloqueio de bens do empresário e de familiares, que fora determinado por decisão do juiz Flávio Roberto de Souza, afastado da titularidade do juízo em fevereiro, após ter sido flagrado dirigindo o Porsche apreendido de Eike. Ficaram retidos R$ 162,6 milhões em contas do ex-bilionário.

— A meu ver, não se pode mensurar o valor da operação irregular de vendas de ações como se faz em casos de estelionato, apontando a diferença entre o ganho ilícito e o ganho que seria justo. Se há ganho em não conformidade com a regulamentação de mercado, é ilícito — explica Panoeiro.

No recurso enviado ao TRF, ele argumenta que o juiz Valpuesta limitou ao mínimo o montante bloqueado pela Justiça, embora existam provas suficientes para justificar o sequestro, demonstrando que o empresário vem esvaziando seu patrimônio para frustrar o pagamento de sanções pecuniárias. Na lista de provas estão doações e transferências de bens e valores a familiares, além da venda de empresas e ativos.

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O recurso foi recebido pela 3ª Vara Federal Criminal no fim da última semana e está sendo encaminhado ao TRF. Eike será notificado e poderá apresentar argumentos em sua defesa.

As duas ações penais contra o empresário na Justiça estão paradas desde março, quando foi determinado o afastamento do juiz Flávio Roberto de Souza do caso.

— Vamos sanear a questão dos bens. Após a decisão do TRF, as ações prosseguem normalmente. Estou avaliando dados e provas relativos às denúncias contra Eike para decidir se peço modificações ou não — diz Panoeiro.

Medida provisória autoriza empresas a reduzir salário e jornada de trabalho

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A presidenta Dilma assinou ontem a MP criando o Programa de Proteção ao Emprego. Iniciativa atende reivindicação das centrais sindicais
Foto: ABr

Por O DIA

Brasília – O governo encaminhou nesta segunda-feira ao Congresso Nacional medida provisória que cria o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) e permite às empresas reduzir em 30% salários e jornada de trabalho de funcionários, mediante acordo. No entanto, o governo complementará 50% da perda salarial com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O objetivo é manter empregos, benefícios trabalhistas e preservar os saldos do FGTS.
Isso significa que um trabalhador que sofreu redução de 30% da jornada e recebe hoje R$ 2.500 de salário, por exemplo, passará a receber R$ 2.125. Deste total, R$ 1.750 serão pagos pelo empregador e R$ 375 virão dos recursos do FAT. O PPE atende reivindicações das centrais sindicais.
“As empresas mantêm os trabalhadores qualificados e reduzem custos com demissão, contratação e treinamento, além de terem o gasto com salários reduzido em 30%. E o governo federal mantém parte da arrecadação com as contribuições sociais incidentes sobre os salários”, explicou o Ministério do Planejamento em nota.

As contribuições do empregado e do empregador para o INSS e o FGTS incidirão sobre o salário complementado, ou seja, sobre 85% do salário original. Portanto, a contribuição patronal para a Previdência e para o fundo incidirá também sobre esse percentual da remuneração. “Mesmo assim, o custo de salários e encargos para o empregador será reduzido em 27%”, informou a pasta.
Os setores que poderão aderir serão definidos pelo Comitê do PPE, formado pelos ministérios do Planejamento, Fazenda; Trabalho; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Secretaria-Geral da Presidência. Mas a indústria, que mais sofre com a crise, será o foco do programa.

Ex-ministro do Trabalho, o atual vice-governador do Rio, Francisco Dornelles, adotou medida semelhante durante o governo Fernando Henrique, em 2001, quando houve permissão de acordo entre patrões e empregados para reduzir salário e jornada, enquanto o governo oferecia verba para qualificação com dinheiro do FAT. Ele acredita que o caminho é obedecer o que for negociado. “O negociado deve prevalecer sobre o legislado”, afirmou.

Segundo ele, a grande meta do governo neste momento deve ser a geração de emprego. “Para isso, é necessário aumentar os investimentos. E como o governo destina muitos recursos para as questões sociais — o que deve ser mantido — o ideal é fazer parcerias com o setor privado para investir”, complementa.

Funcionários do Eisa não fazem acordo

Dois mil trabalhadores do Estaleiro Eisa-Petro Um (antigo Mauá), que interrompeu as atividades na semana passada, recusaram, em assembleia, proposta da empresa de trabalhar 15 dias por mês com redução de salários. Os funcionários reivindicam que a companhia retome as atividades para que, só então, seja feita a negociação.

“Consideramos que essa proposta é um início para a negociação. Os trabalhadores querem discutir a redução da jornada, mas querem discutir trabalhando. A gente pediu que o portão seja reaberto amanhã (hoje), como sinal de que a empresa realmente quer negociar”, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí, Edson Carlos Rocha.

Cerca de mil funcionários já tinham sido demitidos e não receberam a rescisão no dia em que a empresa fechou as portas, na quinta-feira passada. De acordo com o sindicato, eles já receberam um salário nominal como antecipação da rescisão. Hoje será feita uma assembleia com os demitidos na porta do sindicato para discutir a negociação.

CONDIÇÕES

ACORDO COLETIVO
As empresas e os trabalhadores deverão fixar a decisão de aderir ao PPE por meio de acordo coletivo específico. No documento, a empresa deverá comprovar a situação de dificuldade econômico-financeira temporária. O período de validade para o uso do programa é de seis meses, prorrogável por mais seis meses, com limite máximo de 12 meses.

ESTABILIDADE
Segundo a MP do governo, as empresas que aderirem ao PPE não poderão dispensar os empregados que tiveram a jornada de trabalho reduzida temporariamente enquanto vigorar a adesão. No fim do período, o vínculo trabalhista será obrigatório por prazo equivalente a um terço do período de adesão ao programa.

RECUPERAÇÃO
“O PPE visa preservar os empregos formais em momento de retração da atividade econômica, auxiliar na recuperação da saúde econômico-financeira das empresas, indispensáveis para a retomada do crescimento econômico do país. Além disso, estimula a produtividade do trabalho por meio do aumento da duração do vínculo trabalhista e fomenta a negociação coletiva, aperfeiçoando as relações de trabalho”, informou o Planejamento.