O pecado de José e Emanuella?

Nos últimos tempos tenho acompanhado as redes sociais, até porque se faz necessário no nosso dia a dia. Porém, procuro ler e ter minha visão crítica do que leio.

A minha intenção ficou voltada para duas pessoas de nossa comunidade, que conheço há anos – e que sei que merecem o respeito. Aqui quero fazer uma comparação, talvez até exagerada, mas compará-las aos ILUMINISTAS (pensadores), que entre séculos XVII e XVIII, tiveram a coragem de criticar todo tipo de intolerância e abuso de poder por parte dos governantes. Também foram criticadas e até perseguidas, como acontece hoje, com José e Emanuella, que buscam falar e criticar daquilo que eles consideram abusos.

Pois bem, o pecado – se é que podemos assim chamar -, em falar a verdade, é redimido, pois os mesmos não se calaram e nem omitem, ante as injustiças praticadas. Faço uso aqui das palavras do filósofo francês François-Marie Arouet, o Voltaire, quando ele diz: “posso não concordar com nenhuma das palavras que você me diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-las”.

Assim sendo, eu também acredito que nenhum pecado foi ou é cometido por José e Emanuella, quando buscam lutar, denunciar e informar a população, daquilo que eles acreditam.

Viva os nossos ILUMINISTAS, que suas palavras e ações nos sirvam em 2016.

Erifran Paulo de Souza

Bacharel em HISTÓRIA-UFRN

PEDAGOGIA-UERN

Professor da Escola Municipal Wagner Lopes de Medeiros

Professor da Escola Estadual Newman Queiroz

Do Blog: O professor Erifran me pegou de surpresa… Risos 

Eu nem imaginava que esse documento que ele fez questão de vir deixar em minha residência trazia valiosos elogios a minha pessoa e ao companheiro José. Não nasci rica de dinheiro caro amigo e professor Erifran, mas Deus nunca me impediu de ter a riqueza que transforma todo e qualquer cidadão que é ter bons amigos, ter respeito, ter valor, integridade, e ter a capacidade de enfrentar coisas difíceis que me ensinaram a viver com sabedoria e hoje considero que tenho uma qualidade de vida digna a ponto de ser reconhecida pela maioria das pessoas.

Muito obrigada ao senhor, infinitamente obrigada! Te agradeço hoje, e daqui há 30 anos te agradecerei com a mesma intensidade. 

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