Aposentadorias vitalícias de Agripino e Lavoisier já custaram mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos

agripino-e-lavoisier-e1433251913987-560x250

Fonte: Visor Político

Continua sem movimentação há quase um ano na Justiça estadual a ação Civil Pública de autoria do Ministério Público do Rio Grande do Norte para averiguar a legalidade e a compatibilidade com a Constituição das aposentadorias vitalícias dos ex-governadores José Agripino Maia e Lavoisier Maia. O inquérito civil foi instaurado no âmbito da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal em 02 de fevereiro de 2011. A representação foi apresentada pela 44ª Promotoria de Justiça de Natal.

A última movimentação do processo data de 24 de julho de 2014, quase um ano atrás. No inquérito Civil do MPRN, por meio de informações requisitadas à Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos do Rio Grande do Norte (SEARH) foram identificados como percebedores de Pensão Eletiva vitalícia os senhores Lavoisier Maia Sobrinho e José Agripino Maia, ambos auferindo o valor de R$ 11 mil por mês.

Se levados em conta apenas os meses em que o processo está sem movimentação, somando-se os valores recebidos pelos dois ex-governadores chega-se à quantia de R$ 242 mil. O valor total recebido até hoje, no entanto, é bem maior do que esse. De acordo com o inquérito, Lavoisier passou a receber a quantia a partir de 16/03/1983, enquanto Agripino teve a concessão iniciada em 15/05/1986, interrompida por exercício de segundo mandato entre 15/03/1991 e 30/03/1994 e retornada em abril de 1994, após renúncia do mandato. Com isso, somados os períodos de recebimento dos dois ex-executivos chega-se ao valor aproximado de 7,5 milhões.

O processo encontra-se 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca De Natal com o juiz Luiz Alberto Dantas Filho. De acordo com o que aparece nas movimentações relativas à ação o processo está concluso para decisão, ou seja, registra-se a apresentação dos autos ao juiz para que ele produza sua decisão.

Projeto de design italiano transforma pessoas falecidas em árvores

1412d08d5addd70269c7f8a49a6c40d6

Cápsulas do projeto italiano que visa transformar cemitérios em florestas

Por Charles Nisz

Imagine se a gente pudesse ter uma alternativa aos caixões. Feitos em madeira de lei, as urnas funerárias utilizadas atualmente são um desperdício de recursos naturais em um recipiente a ser consumido embaixo da terra. Não seria melhor uma opção mais ambientalmente responsável e que fizesse jus à expressão “ciclo da vida”?

Essa é a proposta do Capsula Mundi, projeto desenvolvido pelos designers italianos Anna Citelli e Raoul Bretzel, uma cápsula orgânica e biodegradável capaz de transformar um corpo em nutrientes para uma árvore. O falecido é colocado numa cápsula e enterrado. Depois, uma árvore ou semente é plantada acima da urna biodegradável para aproveitar a matéria orgânica gerada pela decomposição do organismo.
A árvore é escolhida pela pessoa ainda em vida e os familiares e amigos assumem a responsabilidade de cuidar da planta depois da partida do ente querido. Segundo os criadores, a ideia é transformar os atuais cemitérios – lugares bastante tristes e pouco frequentados – em florestas sagradas. As árvores serão os elementos a manter a memória das pessoas que se foram da existência. Uma memória viva, segundo os designers.
No entanto, há várias restrições religiosas e jurídicas. A carga biológica que adentra o subsolo poderia transformar essa floresta em área contaminada e haveria o risco de afetamento em lençóis freáticos, por exemplo. O projeto não deixa claro quem arcaria com as despesas advindas desses riscos à saúde pública, conforme questiona a colunista da revista Veja.
Com a urbanização, os cemitérios foram englobados pelas cidades. Cada vez mais, precisamos de locais para enterrar os mortos: são 55 milhões a cada ano. Uma solução são os cemitérios verticais: o maior do mundo na categoria, o Memorial Necrópole Ecumênica, fica em Santos (SP). Sua funcionalidade é a cara do mundo atual. Ou você prefere o romantismo da urna biodegradável?

Fonte: Yahoo!Notícias

Morre, aos 83 anos, o deputado Agnelo Alves

agnelo-alves

Pai de Carlos Eduardo prefeito de Natal e tio do ministro do turismo Henrique Alves e do senador Garibaldi Filho, Agnelo foi Senador da República quando suplente de Fernando Bezerra, foi prefeito de Natal e Parnamirim e atualmente ocupava uma cadeira de Deputado Estadual. O político que lutava contra um câncer de esôfago  desde 2011, faleceu na tarde deste domingo (21) no hospital Sírio Libanês.