Reparação das estradas: qual será a técnica  governador? 


RN 118 Jucurutu/Caicó

O governador Robinson Faria permanece em silêncio quando o assunto é a pavimentação rodoviária destruída.

Mas, como seridoense, vou dedicar a atenção para a estrada que liga Jucurutu a Caicó.

A estrada está completamente acabada com largos e profundos buracos, colocando em perigo todas as pessoas que trafegam diariamente inclusive os estudantes que viajam a noite.

Percebo que o governador se empenha em buscar soluções técnicas para nosso estado e espero que ele aja da mesma forma com as nossas estradas que estão a tal ponto, que o remendo não é suficiente, talvez o governo necessite até de um programa voltado para reconstrução de estradas do nosso estado, são praticamente todas as RNs que precisam de reparos.

Acredito que o governador Robinson Faria abrace uma solução técnica e inovadora para começar a resolver as condições absurdas das nossas estradas.

Assustador: Rússia vive epdemia silenciosa de Aids 

 
O termo “epidemia de Aids” é uma memória distante em lugares onde as taxas de infecção estão em queda há anos, como Austrália, Américas e a maior parte da Europa.


Mas o termo seria adequado para descrever a situação na Rússia, apesar do silêncio das autoridades. Leia abaixo o depoimento do ex-ministro da Saúde britânico Norman Fowler (que ocupou a pasta entre 1979 e 1990, durante o governo de Margaret Thatcher), que visitou a Rússia e esteve em contato com várias instituições de saúde e autoridades.


Durante anos, o país permaneceu calado sobre os seus níveis de infecção pelo vírus HIV. Mas um infectologista que trabalha nesta área há mais de 20 anos rompeu este silêncio e contou que a situação é uma “catástrofe nacional”.


Vadim Pokrovsky, chefe do Centro Federal de Aids em Moscou, observou o grande crescimento dos números nos últimos anos.


A Rússia tem cerca de um milhão de pessoas vivendo com o HIV e a taxa de infecção está crescendo ano a ano, diferente da situação da África subsaariana, onde a taxa de crescimento está desacelerando. E isto de acordo com os números do governo, que, quase todos concordam, subestimam a situação real do país.


No ano passado, cerca de 90 mil russos contraíram o HIV, comparados com menos de 3 mil pessoas infectadas na Alemanha, que uma das menores taxas de infecção por HIV da Europa. O país tem metade da população da Rússia, mas 30 vezes menos casos de infecção.

“Precisamos gastar dez vezes mais na prevenção. Precisamos de muito mais recursos e precisamos de algumas decisões políticas – e mudanças na lei em conexão com a metadona e as vidas particulares das pessoas”, me disse Pokrovsky recentemente.

Diagnóstico e ideologia

Um dos problemas é que a visão de Pokrovsky vai de encontro à política do governo e da cada vez mais poderosa Igreja Ortodoxa Russa.


Em uma entrevista neste mês com a agência de notícias France Presse, Pokrovsky disse que a estratégia do Kremlin, de apostar na promoção de valores tradicionais da família, não conseguiu parar o vírus.


“Nos últimos cinco anos de abordagem conservadora o número de pessoas infectadas pelo HIV dobrou”, afirmou.


Quando Pokrovsky pediu a introdução de educação sexual nas escolas — se opondo ao comissário presidencial dos direitos das crianças, Pavel Astakhov, que é contra a medida — a chefe do comitê do Conselho de Saúde da cidade de Moscou, Lyudmila Stebenkova, chamou Pokrovsky de “típico agente trabalhando contra os interesses nacionais da Rússia”.


Stebenkova afirmou ao jornal russo Kommersant que a abordagem de Pokrovsky apenas aumentaria o interesse das crianças por sexo e levaria a um aumento na infecção por HIV e outras doenças.

“Ao invés de distribuir preservativos, devemos promover fidelidade sexual e famílias saudáveis – isto é muito mais eficaz”, disse.

No entanto, os números sugerem outra coisa. Pokrovsky alertou as mulheres do país de que as chances de se casarem com um homem que tenha o HIV são altas.

“Existem entre 80 e cem casos de infecção por HIV entre as mulheres por dia. Isto não é piada – é por dia. Elas são, na maioria, mulheres jovens entre 25 e 35 anos e estão no principal grupo de risco”, disse o especialista.

Agulhas e metadona

Quase 60% dos portadores do HIV na Rússia são usuários de drogas injetáveis e um outro grupo são os de parceiros sexuais destes usuários. O vírus HIV se espalhou como no incêndio em uma floresta através de seringas e agulhas contaminadas.


Por isso, muitos países do mundo fornecem seringas ou distribuem metadona, que é tomada via oral, no lugar das drogas injetáveis.


Quando fui ministro da Saúde na Grã-Bretanha esta política começou em 1987 e, desde então, os números de pessoas recém-infectadas por agulhas contaminadas foi reduzido para quase zero.


Os mesmos resultados foram observados em vários países da Europa e na Austrália, que foi uma pioneira nestas políticas para reduzir os riscos nestes grupos.


A Organização Mundial de Saúde vê a droga como essencial no combate à dependência da heroína, mas, na Rússia, qualquer um flagrado usando ou distribuindo a metadona pode ser condenado a até 20 anos de prisão.


Autoridades de saúde contam exclusivamente com a “narcologia”, uma forma tradicional de tratamento que data da época em que Pedro, o Grande, tentava lutar contra o alcoolismo no país, no começo do século 18.


Esta abordagem, na essência, consiste em isolar o usuário de drogas durante um mês para desintoxicação. Depois, ele passa pela reabilitação, incluindo palestras, grupos de autoajuda, fisioterapia, aconselhamento de dieta e assim por diante.


O diretor do departamento de narcologia da Rússia, o médico Evgeny Brun, é contra o uso de metadona, pois, para ele, é uma droga que causa dependência.

É verdade que a metadona causa dependência, mas vem de uma fonte confiável, o serviço público de saúde, em doses controladas e sem agulhas, o que em muitos casos permite que o usuário tenha uma vida razoavelmente normal e se mantenha no emprego.

Mas o principal e o mais notório desse método russo é que não funciona.

Dedicação

Quando caminhei pelas enfermarias do Centro de Pesquisa e Prática em Narcologia de Moscou, não tive dúvidas da dedicação da médica chefe Elena Sokolchik.

O hospital, nos arredores de Moscou, é considerado um dos melhores centros do país, apesar de apenas 10% ou 15% dos pacientes tratados aqui seguirem voluntariamente para a reabilitação.

Elena visitou vários centros de reabilitação de usuários de drogas em outros países, mas não aprovou o que viu.

“Quando uma usuária chega, junto com os filhos, a um centro onde ela pode conseguir metadona, sinto que é errado e hipócrita. Não quero que uma criança veja drogas viciantes distribuídas como se fossem remédio”, disse.

A médica também afirmou que se orgulha de seu trabalho.

“Posso dizer com certeza que, dos pacientes que passam pelo nosso programa de reabilitação, 48% ficam livres das drogas durante um ano, 35% conseguem dois anos e 8% ficam livres por oito anos”, afirmou.

Mas estas estatísticas indicam que cerca de metade daqueles que passam pela reabilitação não ficam livres das drogas por um ano e não falam nada sobre os 80% a 90% dos que não ficam para a reabilitação. Pesquisas e mais pesquisas mostram que muitos pacientes logo voltam a injetar drogas e, mais uma vez, espalham o vírus.

“Ninguém acredita quando falo que o governo russo não está fazendo nenhum trabalho de prevenção para dar um fim à epidemia de HIV”, disse Ana Sarang, diretora da Fundação Andrey Rylkov, pequena organização de caridade em Moscou dedicada a ajudar usuários de drogas.

“Não há nenhum esforço para parar a epidemia entre pessoas que injetam drogas e, sem surpresa, a Rússia continua sendo um dos poucos países do mundo onde a epidemia de HIV ainda está crescendo.”

Também não há apoio para as organizações de voluntários que tentam ajudar.

Sarang afirma que a organização dela é a única fazendo trabalho de contenção de danos nas ruas de Moscou. Mas é uma organização que sobrevive com pouco dinheiro.

Ponto positivo

No entanto, há alguns pontos positivos. A alguns quilômetros de São Petersburgo há uma clínica para doenças infecciosas, construída no século 19 pelo czar Alexandre 2º e que agora funciona como uma unidade especial para crianças com HIV, algumas delas órfãs, outras, abandonadas.

O trabalho dedicado dos funcionários dá às crianças os cuidados necessários – e ainda mudou a atitude dos que moram próximos.

Na década de 1980, havia o temor generalizado de que o HIV poderia ser contraído pelo toque ou mesmo a proximidade com uma pessoa infectada. O presidente Boris Yeltsin chegou na receber um petição pelo fechamento da clínica para crianças – que chegou a ser fechada, mesmo que por apenas 24 horas. Mas, o hospital foi reaberto, o comportamento mudou e hoje muitas crianças são até adotadas.

Outros preconceitos continuam: adultos com HIV são isolados. Prostitutas que levam preservativos são ameaçadas ou devem pagar subornos para a polícia.

A recente legislação do governo contra o que vê como “promoção da homossexualidade” estimula o preconceito e dificulta a impressão de panfletos para o aconselhamento sobre sexo seguro.

Muitos temem fazer o exame para descobrir se estão infectados por que temem a ameaça da discriminação.

Talvez, por estas razões, Vadim Pokrovsky se mostra pouco otimista quanto à situação no país.

“(Para) a vitória contra a infecção pelo HIV serão necessários outros 25 anos”, afirmou.

Via UOL Notícias 

Psicólogos alertam para o risco do uso excessivo dos grupos de WhatsApp

 

Com a expansão do acesso à internet pelos brasileiros, sobretudo através dos smartphones, aumenta o uso de redes sociais e também da quantidade de pessoas que dedicam horas do dia a esse tipo de sites e aplicativos. O queridinho dos internautas tem sido o WhatsApp, que conta com mais de 45 milhões de usuários no Brasil. Hoje, é comum pessoas contarem com diversos grupos e contatos no aplicativo, enviando e recebendo centenas e até milhares de mensagens por dia.

Tão comum quanto o aplicativo são a formação de grupos do WhatsApp. Grupo dos amigos do trabalho, amigos da academia, grupo da família, grupo dos primos, grupo de estudo, grupo de mensagem. Enfim, é uma infinidade de grupos que fazem os alertas de novas mensagens não parar. São inúmeras notificações todos os dias. O dia todo.

Foram essas constantes notificações de chamadas do aplicativo que fez a estudante Andréia Costa a sair de boa parte dos grupos que a adicionavam. “As pessoas me adicionavam nos grupos e quando percebi já estava em 30 grupos. As notificações não paravam e isso me atrapalhava. Por isso, decidir sair de grande parte. Hoje só estou em cinco grupos”, revela.


Gene que muda sexo de mosquitos pode ser nova arma contra a dengue

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Apenas a fêmea do Aedes aegypti se alimenta de sangue – Divulgação

 

Pesquisadores descobrem ‘interruptor genético’ no Aedes Aegypti que transforma fêmeas em machos inofensivos

O Aedes aegypti é vetor de doenças graves como dengue, febre amarela, febre zika e chicungunha, mas não são todos os mosquitos da espécie que ameaçam a saúde humana. Os machos são considerados inofensivos, pois apenas as fêmeas picam porque precisam de sangue para o desenvolvimento de ovos. Com isso em mente, pesquisadores acreditam que uma proporção maior de machos reduziria a transmissão de doenças, e uma nova descoberta abre caminho para a mudança de sexo dos insetos por meio de alterações genéticas.

O estudo realizado por uma equipe do Instituto Fralin de Ciências da Vida, da Universidade Virginia Tech, identificou um gene responsável pela determinação do sexo nos mosquitos. Batizado como Nix, o interruptor genético fica escondido no genoma dos insetos, por isso nunca havia sido descoberto. Nos testes de laboratório, os cientistas injetaram o Nix em embriões e descobriram que mais de dois terços dos mosquitos fêmea desenvolveram genitais masculinos. Quando o Nix foi retirado de exemplares adultos, usando um método de edição do genoma, insetos machos desenvolveram genitais femininos.

— O Nix nos proporciona oportunidades para aproveitar a diferenciação sexual do mosquito para lutar contra doenças infecciosas — disse Jake Zhijian Tu, professor de bioquímica no Instituto Fralin.

A ideia, dizem os pesquisadores, é criar estratégias de controle do mosquito, seja convertendo fêmeas em machos ou eliminando seletivamente as fêmeas.

— Nós ainda não estamos lá, mas o objetivo final é estabelecer linhagens transgênicas que forcem a manifestação do Nix em fêmeas para convertê-las em machos inofensivos — explicou Zach Adelman, professor associado no Instituto Fralin.

Já existem testes em andamento com o uso de transgênicos para reduzir a população de mosquitos, inclusive no Brasil. Em abril do ano passado, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou projeto que libera a comercialização de um espécime que ao copular com fêmeas nativas gera descendentes incapazes de alcançar a vida adulta.

— Hoje pode-se fazer qualquer coisa com a genética — afirmou José Maria Ferraz, professor da Universidade Federal de São Carlos (SP) e ex-membro do CTNBio. — Mas existem riscos que devem ser avaliados. Você está manipulando algo que levou milhares de anos para se desenvolver na natureza.

Ao combater o Aedes aegypti, existe a possibilidade de outras espécies, como o Aedes albopictus, assumirem o seu lugar. Outra possibilidade é de os descendentes que sobreviverem com a alteração genética serem mais eficientes na transmissão das doenças.

O Aedes Aegypti é uma espécie nativa do continente africano, que começou a se espalhar pelo mundo a bordo de navios no século XVIII. A espécie é tratada como questão de saúde pública, por ser bem adaptada aos ambientes humanos e ser vetor de graves doenças, entre elas a dengue. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a incidência da dengue vem aumentando nas últimas décadas. Estimativas apontam para 390 milhões de infecções por ano, sendo que 96 milhões desenvolvem complicações clínicas.

— A redução seletiva de populações do Aedes aegypti em áreas onde eles não são nativos teria um pequeno impacto ambiental, e uma drástica melhoria na saúde humana — disse Brantley Hall, que também assina o estudo.

O GLOBO-POR SÉRGIO MATSUURA

Cidade do RN ganha prêmio como a mais limpa do Brasil

 

  • Fonte da Foto: Divulgação 

Acari-RN município localizado na Microrregião do Seridó ganhou o prêmio InovaCidade 2015. Premiação que faz parte do Smart Business America – Congress & Expo.

A solenidade da premiação aconteceu durante um jantar na noite da última quinta-feira (20) no Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná.

Acari, Rio de Janeiro e Florianópolis foram as únicas cidades presentes no seleto grupo dos doze agraciados com o prêmio.

Esse prêmio deveria ser uma iniciativa de incentivo para estimular nossos gestores públicos , mas quem dera se nosso gestor municipal se estimulasse com alguma coisa!

Mas fica ai o exemplo de Acari para quem quiser tentar seguir.